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REVOLTA DA CACHAÇA 1660 RJ

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Mensagem por sombrio em Sab 15 Maio 2010 - 23:22

REVOLTA DA CACHAÇA 1660 RJ
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O Povo como bugalho, o Império e local cobravam.
A Revolta do Barbalho, porque todos os exploravam.
Numa núvem de fumaça, nenhum Governo a honrar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Dos Holandeses expulsão, e concorrência crescer.
Com desafio e especulação, mais jogo sujo pra ter.
Por opressão e pirraça, mil formas para arrecadar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Com grande exploração, e todos preços elevando.
De tremenda dominação, para Angola contrabando.
Moçambique Mombaça, a imensidão do além Mar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Uma Carta régia garantia, monopôlio ao Portugues.
Era a verdadeira sangria, e o nacional sem ter vez.
Desigualdade e desgraça, que a tudo vai complicar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Açucar em competição, do Brasil com as Antilhas.
Pros lucros diminuição, já não são as maravilhas.
Senhor de Engenho Senhoraça, aumentando o lucrar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Lucro édiminuido, tem de compensar lucrabilidade.
Aguardente é produzido, contrabando oportunidade.
Precisam de alguma trapaça, para o lucro aumentar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Pra combater ilegalidade, nova ordem então é dada.
Repressão e brutalidade, e muita violência é usada.
Destruição e muita ameaça, pra a aguardente parar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

E lá no Rio o Governador, faz nova taxa instituir.
O recurso restaurador, para as suas tropas suprir.
A Economia em bagaça, pedem aguardente liberar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Seria uma compensação, e no Rio eles aceitaram.
Impérior exige revogação, e da Europa ordenaram.
Já vinham para a devaça, pra a colônia acovardar.
A Revolta da cachaça, de tanto imposto no cobrar.

No Rio os produtores, ante cobranças se rebelaram.
Da Guanabara produtores, por cachaça se rebelaram.
De Niteroi com toda a raça, para o Rio reivindicar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Governado estava ausente, seu substituto vacilou.
O vovo unido e valente, uma medida justa cobrou.
Não pagaram soldo do praça, e vai com amor apoiar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Saquearam casa do Governador, e novo é aclamado.
Procurou ser conciliador. e logo vai ser trocado.
Jerônimo Barbalho da massa, vai o povo contemplar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Os jesuitas foram perseguidos e Militares também.
Ficaram ódios recolhidos, para vinganças mais além,
Para descontarem na devaça, que não tarda a chegar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Volta armado o Governador, com Tropa Paulista.
Fortalecido e justiçador, para a vingança prevista.
Vem com ódio e não disfarça, para contar acertar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Faz todos aprisionar, e monta uma corte Marcial.
Aos rebeldes faz condenar, ao chefe pena capital.
A sua Justiça arregaça, enforca e faz esquartejar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

E o Conselho Ultramarino, aos rebelados dá razão.
Um exemplo diamantino, para lapidar a população.
Mais tudo já era fumaça, a injustiça já a grassar.
A Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

Azuir Filho e Turmas: Do Social da Unicamp e, de Amigos, de: Rocha Miranda, Rio, RJ e, de Mosqueiro, Belém, PA.

Poesia de Homenagem a Revolta da Cachaça, Movimento ocorrido no Rio de janeiro em 1660. O Comércio de Cachaça era legal no Rio de Janeiro, porque o povo pagava impostos no Municipio, que Sustentavam as tropas do Governador. Com a saida dos Holandezes o Açucar desvalorizou e o Império passa a cobrar imposto na cachaça. O Povo do Rio de Janeiro que já pagava, reclamou e pediu para resolverem a situação. O Govcernador autoritário e não justo, mandou cobrar os dois Impostos a Força, e o Povo se rebelou e tomou o governo do fraco substituto. O governo escolhido era nobvre e favoreceu o estado de injustiça e foi vencido nas eleições da Câmara do Rio que era de representantes do Povo e fez o contra ponto em favor dos interesses justos locais.
O Governo Ausente veio de São paulo com tropas e inverteu a situação de Justiça com forte repressão, inclusive execução do Chefe da Revolta Jerônimo de Barbalho que o tempo todo teve um Comportamento Justo e Igualitário, sendo lembrado como Herói e Mártir. Jerônimo de Barbalho, Chefe da Revolta da Cachaça, de tanto imposto no cobrar.

DIREITOS RECONHECIDOS E AGRADECIDOS
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Fonte: http://www.overmundo.com.br/banco/revolta-da-cachaca-1660-rj

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