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A Descoberta - História

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Mensagem por sombrio em Sab 10 Abr 2010 - 0:13

* Primeiros Contatos
* Nau Bretoa
* A Viagem de Soliz
* A Expedição de Magalhães
* O Nome do Rio de Janeiro
* Espanhóis e Franceses no Brasil
* Martim Afonso de Sousa


Primeiros Contatos

Em março ou abril de 1501, partiu de Lisboa, uma expedição com destino ao Brasil, cujo capitão não se sabe ao certo quem foi, mas que trazia a bordo, em sua terceira viagem à América, o florentino Américo Vespúcio. Francisco Adolfo de Varnhagen, em seu livro História Geral do Brasil(1), descreve que esta expedição teria descoberto diversos pontos da costa, aos quais batizava-se com o nome do santo do dia. Nesta tese, acredita que a expedição, a 1º de Janeiro de 1502, aportou à Baía de Guanabara.

Esta interpretação carece de base histórica porque documentos posteriores, que descrevem a costa do Brasil, não fazem referência ao local. O Mapa de Cantino, de 1502, por exemplo, não faz qualquer referência ao Rio de Janeiro, no entanto, nesta carta existe referência ao cabo de Santa Marta, localizado mais ao sul.

A expedição de 1503, comandada por Gaspar Coelho, oferece alguma dose de crédito em relação à descoberta do Rio de Janeiro, não ao seu batismo. Segundo Varnhagen(2), faziam parte da armada, Vespúcio e dois pilotos muito experientes em viagens ao Atlântico Sul: João Lopes de Carvalho e João de Lisboa. A frota estabeleceu-se na região de Cabo Frio, onde Vespúcio teria mandado edificar uma Feitoria e deixado ali 24 companheiros, se foi verídico o testemunho de Alonso de Santa Cruz, autor do "Islário general de todas las villas del mondo". Varnhagen aceita o citado que também está de acordo com o fato de sete anos mais tarde a Nau Bretoa ter aportado em um ponto da costa, próximo de Cabo Frio onde vivia um feitor. Vespúcio regressou a Portugal em junho de 1504, mas o capitão da frota permaneceu no Brasil, desbravando a costa sul.

Alguns historiadores defendem que a localização da Feitoria em Cabo Frio, indica apenas um ponto de referência, mas que na realidade a feitoria tenha sido instalada numa Ilha da Baía de Guanabara, chamada de Maracajá, depois Ilha do Gato e atualmente Ilha do Governador.

Tem-se notícia de que nesta época foi construída a primeira casa da região, localizada onde hoje a Praia do Flamengo encontra a Rua Cruz Lima, e onde desembocava um rio que vinha do Cosme Velho e serpenteava pelas atuais Ruas do Catete e Senador Vergueiro. Esta casa ganhou o apelido indígena de cari-oca, casa de branco, que acabou por batizar o rio e o futuro povo do lugar.
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Nau Bretoa

Em 1511, uma expedição levada a efeito pela Nau Bretoa poderia ter chegado à região da Guanabara. Segundo Joaquim Veríssimo Serrão(3), a frota tinha como capitão Cristovão Pires, sendo mestre e escrivão Duarte Fernandes e Fernão Vaz, moradores em Alfama e piloto, João Lopes de Carvalho. Partiram de Lisboa em 22 de fevereiro com destino à região de Cabo Frio. Chegaram à Baía de Todos os Santos na quinta-feira das trevas, 17 de abril e aí permaneceram por três semanas. No dia 15 de maio partiram em direção a Cabo Frio, onde chegaram a 26 de maio.

A nau manteve-se em Cabo Frio durante dois meses, carregando madeira. Tiveram contato com um feitor, para quem o capitão tinha instruções de entregar as mercadorias que levava na nau. Este feitor poderia ser João Braga, que é mencionado em documentos da época. A vizinhança que se achava da Baía de Guanabara, permite crer que já houvesse relações com o sítio do Rio de Janeiro e seus nativos.
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A Viagem de Soliz

Em outubro de 1515, deixou o porto de São Lucar de Barrameda, uma frota sob o comando de João Dias de Soliz, português a serviço dos Reis Católicos, que a enviaram, na tentativa da descoberta do Rio da Prata. A frota aportou à Ilha de Tenerife, depois tomou a direção do Cabo de São Roque, passando ao largo de Cabo Frio e rumando para o sul chegou ao Rio de Janeiro.

"Doze anos mais tarde, teve-se notícia da viagem de Soliz, numa carta de Luiz Ramirez ao Imperador Carlos V, enviada do Rio da Prata a 10 de julho de 1528 (4). Este documento informa que tendo Ramirez deixado o porto de São Lucas em abril de 1526, chegara a 19 de setembro, a uma ilha atrás de uma montanha, no meio de uma região que parecia ser abundante em pau-brasil. Tendo sabido da existência, no meio dos índios, de vários espanhóis vindos com a armada de D. Rodrigo de Acuña e que a doze léguas, viviam cristãos, antigos companheiros de Dias de Soliz, que ali viviam a treze ou quatorze anos, não tendo acompanhado o navegador ao sul do continente."(5)

Embora não totalmente esclarecido pode-se admitir que Soliz aportou à Baía de Guanabara na sua marcha para a região do Rio da Prata. Solis não regressou à Europa e afirma-se que ele e alguns de seus companheiros tenham sido mortos na região de Santa Catarina, pelos índios charruas, quando sua nau sosobrou, deixando na costa dezoito náufragos, dos quais sete foram resgatados e levados para Portugal anos depois por Cristóvão Jacques, mas a morte de Solis permaneceu envolta pelo mistério.
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A Expedição de Magalhães

U ma esquadra da Espanha, sob o comando de Fernão de Magalhães saiu de São Lucar em 20 de setembro de 1519. Em fins de novembro atingiram a costa brasileira entre os Cabos de São Roque e Santo Agostinho, passando ao largo deste cabo, e chegaram à Baía de Guanabara a 13 de dezembro de 1519.

Francisco Albo, autor do Diário: "Ó Derrotero del viaje de Magallanes", narra a viagem desde o Cabo de Santo Agostinho. A descrição no que diz respeito ao Rio de Janeiro pode ser considerada a primeira de interesse histórico chegada ao nosso tempo, além de ser importante porque dá conhecimento da rota de Magalhães no litoral brasileiro. Ele fala da baía e diz chamar-se Santa Lúcia:

"bahia muy grande, y que la boca tiene uma isla muy baja, y de y de dentro es muy grande con muchos puertos, y por estar em lebada estais (sic) dos legoas de la Bucha, y llamase bahia de Santa Lucia."(6)

O depoimento de Martin de Aimonte, grumete da Nau Victoria, feito em 1 de junho de 1522 quando chegou a Malaca, endossa as informações de Francisco Albo, quando declara que a frota ao chegar ao Brasil, foi ter ao porto de Santa Luzia que se dizia já ter sido descoberto por portugueses e ali ficaram por quinze dias. Acrescenta que João Lopes Carvalho encontrou um filho, que tivera com uma mulher nativa quando esteve ali antes, num navio português. Da frota de Magalhães, fazia parte como piloto da Nau Concepción, o português João Lopes de Carvalho, que deixara o serviço de D. Manuel, para ser navegador do reino vizinho. Já havia feito parte da tripulação da Nau Bretoa e na viagem de 1519 veio a encontrar um filho que ali tivera com uma mulher índia.(7)

Pelo testemunho de Pigafetta (Cool, o piloto viveu no meio dos indígenas do Rio de Janeiro, por quatro anos. Isto faz acreditar que o piloto voltou ao Brasil, em 1513, considerando que na viagem de Magalhães, Lopes de Carvalho levou consigo o filho de sete anos que tivera no Rio de Janeiro e que o pequeno ficou na ilha de Bornéu, em setembro de 1521 (9). Lopes de Carvalho regressou à Europa ao redor de 1517 e teria ido para a Espanha, onde sua presença foi registrada em abril de 1518.

"O piloto da Nau Conceptión, portanto, figura entre os primeiros moradores europeus do Rio de Janeiro. Seu testemunho deve ter contribuído para a narração de Pigafetta e que constitui um dos mais antigos relatos da sociedade indígena do Brasil e que não poderia refletir apenas quinze dias de estada no local, mas sim uma experiência de vida comum no meio dos Tupiguaranis."(10)

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O Nome do Rio de Janeiro

"No 1º Congresso de História Nacional, realizado no Rio de Janeiro, em 1914, o Dr. Morales de los Rios apresentou uma sugestiva tese, quanto a sua origem. O nome não teria uma razão geográfica ligada à descoberta da terra, mas seria formado a partir da palavra indígena Guanabára, que significava água penetrante, rio largo, enseada, baía. Os franceses que teriam conhecido a região entre as viagens de Fernão de Magalhães e Martin Afonso de Sousa, no decênio de 1520, teriam deturpado a palavra para Geneur bára. Os autores latinos do início do século XVI teriam traduzido por Flumen Geneure, surgindo a tradução francesa Rio de Geneure, raiz da expressão portuguesa que confundiu Geneure com o primeiro mês do ano. A tese não satisfaz porque carece de base convincente, não tendo dados de história e cartografia que a possam ilustrar e na evolução filolófica não se pode mostrar com clareza a transição."(11)

Somente após a viagem de Magalhães, o topônimo entra na História e passou a fazer parte de documentos históricos, nas cartas náuticas após a viagem de Magalhães surgem as primeiras indicações do sítio do Rio de Janeiro, ainda que com a localização incorreta. No manuscrito de Turim, de 1523, atribuído a Nuno Garcia se encontra a identificação do Rio de Janeiro.(12) Mas é curioso que Pigafetta, Francisco Albo e Martin de Aimonte não teriam feito referência ao nome de Santa Luzia e Santa Lucia.

Varnhagen considera que Fernão de Magalhães tenha tentado mudar o nome impropriamente dado de Rio de Janeiro para Baía de Santa Luzia para o golfo no qual aportou no dia daquela santa, mas o nome não se manteve.

"O nome de Santa Luzia, que não logrou audiência, sucedeu o de Rio de Janeiro, que surge nos documentos a partir de 1522. Sobre a viagem de Magalhães conhece-se uma carta de Antonio de Brito, capitão das Molucas ao Rei D. João III. Trata-se de um funcionário português no Oriente que teve contatos com os nautas quando de sua chegada ao Pacífico, que comunica ter a esquadra aportado ao Cabo dos Baxos de Ambar, tomando depois a costa até o rio que se chamava Janeiro. O topônimo era recente e apenas pronunciado por membros da frota, não se tendo fixado, na terminologia náutica."(13)

O Roteiro do piloto genovês Giovanni Baptista que fazia parte da esquadra de Magalhães, escrito em italiano, teve extraído cópias, incluindo uma tradução portuguesa, já publicada pelo Cardeal Saraiva em suas Obras Completas. O autor escreveu:

"e deste Cabo Frio governou a loeste hobra de 30 degoas a demandar ho Rio de Janeiro, que está em a mesma altura e entraram no dito rio ho dia de Santa Lozya, que era 13 de dezembro, em o qual rio tamaram lenha, e estiveram em elle té a primeira hoitava do natall, que hera a 26 de dezembro do mesmo anno."(14)

A cópia foi enviada do oriente para Portugal em 1524 e chegou a Lisboa em 1525, a tradução realizada cinco anos depois, pode corresponder a uma atualização de dados, mas a "demanda do Rio de Janeiro" somente pode significar a chegada, no dia de Santa Luzia, ao local que nas terras do Oriente português, já era conhecido por aquele nome em 1924. Não se refere que tenham aportado a uma terra a que deram o nome de Rio de Janeiro.

Os marinheiros já conheciam um rio de Santa Luzia ou Santa Lucia que corresponde ao atual Rio Caravelas e também na costa da África já existia uma baía com nome idêntico, portanto não é de estranhar que tivessem procurado batizar o sítio da Guanabara de maneira nova, evitando indução a erro de navegadores. Como a partida se deu a 26 ou 27 de dezembro, a mentalidade dos homens de mar, integrados num quadro social menos arraigado à cronologia fixa, poderia levar à fácil confusão com o mês de janeiro. O topônimo Rio de Janeiro poderia ter significado "o rio de onde partimos no início de janeiro". No decorrer da viagem, o nome teria se fixado na conversa dos tripulantes, recebendo fácil aceitação. A partir daí se gravou na cartografia e nas fontes históricas.
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Espanhóis e Franceses no Brasil

Na década de 1520 naus espanholas em direção ao Rio da Prata e corsários franceses sondaram a costa brasileira, mas a penetração corsária em terras do Rio de Janeiro foi um pouco mais tardia. Testemunhos de franceses na Guanabara são poucos, anteriores a 1530.

Em 1527, o espanhol D. Rodrigo de Acuña , em virtude de fracassar na intenção de atravessar o Estreito de Magalhães,subiu até a costa do Brasil. Numa carta enviada de Pernambuco, em 15 de junho, D. Rodrigo não indica claramente que tenha estado no Rio de Janeiro, mas sua declaração demonstra que estiveram num porto para procurar refúgio, e este porto poderia ser o Rio de Janeiro. No caminho para o norte encontrou três naus francesas, carregadas de artilharia, a quem teve de dar luta. A hipótese é endossada pelas declarações de marinheiros da nau, em Pernambuco, a 2 de novembro de 1528:

"E así venimos hasta el rio de Genero, é alli el capitan demandó su parecer al maestro e al piloto e todos los compañeros de lo que los parecia que debian hacer."(15)

A viagem de Cristovão Jacques, enviada ao Brasil em 1527, para por fim ao comércio das naus de Espanha e às incursões dos franceses não faz nenhuma menção à Guanabara, esteve na Baía de Todos os Santos, onde surpreendeu dois navios franceses carregando pau-brasil a "Caesalpinia Echinata chamada pelos índios de ibirapitanga" e afundou-os.
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Martim Afonso de Sousa

A 3 de dezembro de 1531, partiu da Barra do Tejo, uma frota capitaneada por Martim Afonso de Sousa, investido no cargo de Governador da Terra do Brasil, nela viajava também, seu irmão, Pero Lopes de Sousa. A expedição tinha como objetivo acabar de vez com a presença de corsários franceses, que queriam rivalizar com o comércio português, atrair a amizade dos indígenas e estabelecer um núcleo colonial no Brasil. Martim Afonso era primo de Antonio de Athayde, que era conselheiro de D. João III e tudo leva a crer que ambos já tivessem conhecimento dos planos do monarca a respeito da colonização do Brasil e da pretensão de desmembrar o território em capitanias, para impedir o acesso de mercadores estranhos e descobrir novas terras.

Esta expedição foi a mais importante de todas as que chegaram ao sítio do Rio de Janeiro. Era composta de cinco navios e trazia ferramentas, sementes, mudas de plantas e animais domésticos que deveriam ser utilizados para o estabelecimento das primeiras comunidades. Já representava um primeiro passo para a colonização.

A esquadra seguiu a rota costumeira e chegou ao Cabo Frio em 29 de março. No dia seguinte entraram na baía do Rio de Janeiro, onde a frota iria permanecer até 1 de agosto. Em seu caminho Martim Afonso afundou e tomou naus francesas ao longo da costa brasileira e apreendeu a nau "Pelerine", que era a nau São Tomé que fora tomada pelos franceses do luso André Afonso.

Pero Lopes descreveu a terra com grande detalhe, situando o Rio de Janeiro no seu belíssimo quadro geográfico e destacando o encanto da terra e a hospitalidade dos nativos:

"quatro homens foram enviados ao interior e do "Diário" de Pero Lopes pode-se concluir que os indígenas da região, não eram naquela época, inimigos dos portugueses, tornaram-se quando os corsários da França os conquistaram em condições mais vantajosas de compra de pau-brasil, e incultiram-lhes a revolta contra os portugueses."(16)

O "Diário" pode ser considerado a segunda notícia histórica de valor do sítio do Rio de Janeiro.

Martim Afonso participou à corte sua estada no Rio de Janeiro, através de uma carta que não chegou até nós, mas a notícia é conhecida através de uma carta do embaixador D. Lope Hurtado, datada de 10 de setembro, onde é mencionado o fato da esquadra ter chegado ao Rio de Janeiro(17). Esta notícia lhe foi dada por D. João III.

No ano seguinte, Martim Afonso voltou ao Rio de Janeiro, em 24 de maio, onde abasteceu seus navios para a longa viagem de regresso ao Reino, não tendo conseguido encontrar as riquezas que esperava. Martim Afonso se proveu de mantimentos, mas não deu ao Rio de Janeiro as honras de receber uma povoação. Em 1532, D. João III decidiu, para intensificar o processo de colonização, dividir o Brasil em doze Capitanias Hereditárias e pela Carta Régia de 6 de outubro de 1534, concedia a Martim Afonso de Sousa a Capitania de São Vicente, fazendo parte deste território a Baía do Rio de Janeiro.(18)



(1) - Francisco Adolfo de Varnhagen. História Geral do Brasil 10a edição, vol. I, tomo I, São Paulo, Edições Melhoramentos,
1978, págs. 95-98.

(2) - Francisco Adolfo de Varnhagen. História Geral do Brasil 10a edição, vol. I, tomo I, São Paulo, Edições Melhoramentos,
1978, pág. 98.

(3) - Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de Janeiro do Século XVI. Vol. I, Lisboa, Edição da Comissão Nacional
de Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965, pág. 24.

(4) - Esta carta foi publicada da Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, tomo XV, RJ - 1852 páginas 14 a 41,
segundo informa José Toríbio de Medina em Juan Diaz de Solis, Tomo I, Santiago do Chile, 1897, página 280.

(5) - Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de Janeiro do Século XVI. Vol. I, Lisboa, Edição da Comissão Nacional
de Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965, págs. 27 e 28.

(6) - Collection de los viajes e descubrimientos, que hacieron por mar los espanoles desde fines del siglo XV, coordenada
por D. Martin Fernandez Navarrete - Tomo IV, Madrid, 1837, páginas 209-247. Documento publicado por D. Martin
Fernandez Navarrete.

(7) - Arquivo Nacional da Torre de Tombo - A. N. T. T. , Corpo Cronológico, parte I, maço 101, doc. 87 - publicado por Antonio
Baião: A viagem de Fernão de Magalhães por uma testemunha presencial, in Arquivo Histórico de Portugal, volume I,
Lisboa, 1932, páginas 277-278.

(Cool - Pigafetta - Primer Viaje en Torno del Globo ob, cit, página 50.

(9) - Queirós Velloso - Fernão de Magalhães - A Vida e a Viagem, Lisboa, 1941, página 61.

(10) - Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de Janeiro do Século XVI. Vol. I, Lisboa, Edição da Comissão Nacional
de Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965, pág. 30.

(11) - Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de Janeiro do Século XVI. Vol. I, Lisboa, Edição da Comissão Nacional
de Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965, pág. 32.

(12) - Carlos Dias Malheiros. História da Colonização Portuguesa no Brasil. Vol. II, Porto, Litografia Nacional, 1921,
pag.422.

(13) - Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de Janeiro do Século XVI. Vol. I, Lisboa, Edição da Comissão Nacional
de Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965, pág. 33.

(14) - Obras completas do Cardeal Saraiva, tomo VI, Lisboa, pg 116-145. Publicado também nas Notícias para a História
e Geografia das Nações Ultramarinas, tomo IV, parte II, Lisboa, 1826 apud SERRÃO, Joaquim Veríssimo. O Rio de Janeiro
do Século XVI. Vol. I, pág. 34.

(15) - Collection de los viajes e descubrimientos, que hacieron por mar los espanoles desde fines del siglo XV, coordenada
por D. Martin Fernandez Navarrete - tomo V, Madrid, 1837, páginas 234-238. Documento publicado por D. Martin
Fernandez de Navarrete. No Arquivo Geral das Índias, de Sevilha, legajo 38, ramo 7, guarda-se valiosos documentos sobre
esta viagem.

(16) - Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de Janeiro do Século XVI. Vol. I, Lisboa, Edição da Comissão Nacional
de Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965, pág. 41.

(17) - Arquivo da Índias, Sevilha, 143-1; documento publicado por Jaime Cortezão, A Fundação de São Paulo - Capital
Geográfica do Brasil, Rio de Janeiro, 1955, doc. XI, páginas 255-256.

(18) - A. N. T. T., Chancelaria de D. João III, Doações, livro 10, folha 19, vo, apud Joaquim Veríssimo Serrão. O Rio de
Janeiro do Século XVI. Vol. I, pág. 41.

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